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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

DESERTIFICAÇÃO EXIGE UM SÉRIO PACTO POLÍTICO E SOCIAL NO INTERIOR BEIRÃO

 

 

“Desertificação exige pacto político e social”

 

“Os cenários adensam-se e o alerta é para que a região planeie em conjunto o seu futuro. A perda das cidades médias é o cair de uma barreira de desertificação.

Fundão pode perder mil habitantes até 2011”

 

 

            As dinâmicas de atracção de pólos urbanos intermédios são a derradeira barreira no Interior no abrandar da acentuada fuga para o litoral. Os pequenos municípios encravados nos vales do esquecimento, as aldeias-fantasma que vão corroendo o território são pasto fértil da descrença e resultado visível da debandada das oportunidades. Na região, cidades como a Covilhã, Fundão e Castelo Branco apresentam-se, muitas vezes, como a primeira e única alternativa válida à fuga para as áreas metropolitanas do litoral. Os concelhos da Covilhã, do Fundão e de Castelo Branco resistem como podem à ameaça da quebra populacional. E só um crescimento concertado e consistente reforçará este muro de defesa do Interior. (…)Analisando os dados oficiais dos Censos de 1991 e de 2001, sobressai que a população entre os 15 e os 24 anos diminuiu 4,5 por cento e que a população com menos de 14 anos diminuiu 20,4 por cento. A população residente com mais de 65 anos, essa, aumentou 11,7 por cento.

 

In Jornal do Fundão, “O caminho é sempre em frente … e pode ser sempre a cair”, Nuno Francisco, Ano 63, Nº 3213, de 13 de Março de 2008, pp 9

 

 

 

 

 

“Pacto social e político para a região”

 

O professor Jorge Reis Silva, especialista em questões de mobilidade, alerta que “deveria haver um pacto social e político” entre os responsáveis políticos da região. “Nem todos os agentes políticos têm que falar a mesma língua, não têm que estar todos no mesmo partido político, as Câmaras não têm que ser todas do mesmo sinal, mas deveriam ser todas do mesmo vector de desenvolvimento, deveriam estar todas imbuídas do mesmo sentimento, que era em prol do desenvolvimento de uma região. E isso não tem acontecido”, diz o docente da Universidade da Beira Interior. É preciso estratégia, concertação, planeamento a nível geral. “Divididos, a nossa capacidade de valorização não sai realçada”, sendo urgente que “se ofereça o nosso território às oportunidades de uma forma integrada. Temos que nos entender para perceber o que queremos”, sublinha Jorge Reis Silva.

 

In Jornal do Fundão, “Destaque – Pacto social e político para a região”, Ano 63, Nº 3213, de 13 de Março de 2008, pp 9

sinto-me: NUM DESERTO DE IDEIAS ...
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publicado por $urrealHumanity às 22:25
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